COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE ESTUDANTES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA DO ESTADO DE MATO GROSSO

Conteúdo do artigo principal

Taís Caroline Pereira dos Santos
Claudia Moreira de Lima
Grasiela Cristina Silva Botelho Silvestre
Hebert Almeida Ricci
Juliana Fernandes Cabral
Dennislaine Alves Lima Dantas
Rayanni Bruna Campos Ferro
Marilene Aparecida Moreira
Edson Henrique Pereira de Arruda
Michele de Melo Mariano

Resumo

As mudanças psicossociais, ambientais, econômicas, culturais e comportamentais estão fortemente atreladas a educação superior. Diante das diversas mudanças observadas nesta fase os estudantes frequentemente adotam um estilo de vida não saudável, comprometendo assim a sua saúde. Neste contexto, o presente estudo procurou conhecer o comportamento alimentar dos estudantes do curso de Bacharelado em Enfermagem do campus de Diamantino da Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT, e quais aspectos advindos do ingresso na educação superior podem influenciar no desenvolvimento de um comportamento alimentar de risco por estes estudantes. Trata-se de uma pesquisa descritiva os participantes da pesquisa foram 21 estudantes do curso de enfermagem da UNEMAT – Campus de Diamantino, a coleta de dados foi realizada em maio de 2022 por meio de entrevista com a utilização de formulário e analisados a partir da análise de conteúdo de Bardin. Os principais achados da pesquisa foram referentes ao comportamento alimentar de risco, relacionado a saúde física, mental e aspetos econômicos, que desencadeiam a adoção de um estilo de vida limítrofe, onde a falta de tempo e cuidado com a saúde é pontuada como corriqueira e até mesmo necessária, o que contrapõe a ciência do cuidar implementada na enfermagem, onde o autocuidado é uma das bandeiras da profissão.

Detalhes do artigo

Como Citar
SANTOS, T. C. P. dos .; LIMA, C. M. de; SILVESTRE, G. C. S. B. .; RICCI, H. A. .; CABRAL, J. F. .; DANTAS , D. A. L. .; FERRO , R. B. C.; MOREIRA , M. A. .; ARRUDA , E. H. P. de .; MARIANO , M. de M. . COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE ESTUDANTES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA DO ESTADO DE MATO GROSSO. Revista Eletrônica Multidisciplinar de Investigação Científica, Brasil, v. 5, n. 24, 2026. DOI: 10.47402/remici.v5n24343426. Disponível em: https://remici.com.br/index.php/revista/article/view/981. Acesso em: 21 out. 2026.
Seção
Artigos
Biografia do Autor

Taís Caroline Pereira dos Santos, UNEMAT

Graduada em enfermagem pela Universidade do Estado de Mato Grosso.

Grasiela Cristina Silva Botelho Silvestre, UNEMAT

Bacharel em Enfermagem pela União de Ensino Superior de Diamantino Ltda (2012). Especialização em Enfermagem Obstétrica e UTI Neonatal pela EduCareMT- Instituto de Pós-Graduação e Assessoria Superior de MT. Especialista em Docência Universitária pela FID - Faculdades Integradas de Diamantino. Mestra em Ambiente e Saúde área de concentração poluentes ambientais da água e solo e doenças relacionadas pela Universidade de Cuiabá - UNIC (2018). Docente da Graduação do Curso de Bacharelado em Enfermagem da Universidade Estadual de Mato Grosso - UNEMAT, Câmpus Universitário Francisco Ferreira Mendes de Diamantino, Mato Grosso. Docente da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Mato Grosso (SECITECI), na ETE de Diamantino. Atuou como coordenadora da preceptoria (2019-2022).

Hebert Almeida Ricci, UNEMAT

Possui graduação em ENFERMAGEM E OBSTETRICIA pela Universidade Federal de Mato Grosso (2008). Atualmente é professor titular da Universidade do Estado de Mato Grosso. Tem experiência na área de Enfermagem, com ênfase em Enfermagem em Saúde Coletiva, atuando principalmente nos seguintes temas: enfermagem, cuidados de enfermagem, enfermeiro, Práticas Integrativas.

Juliana Fernandes Cabral, UNEMAT

Doutora pelo Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT. Mestre em Saúde Coletiva pelo Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT. Docente do curso de Enfermagem da Universidade do Estado de Mato Grosso - Unemat, campus de Tangará da Serra-MT. Especialista em Enfermagem Obstétrica e Neonatal.

Dennislaine Alves Lima Dantas , UNEMAT

Mestre em Ciencias Ambientais pela Universidade do Estado de Mato Grosso (2025), Especialista em educação na Saúde para Preceptores no SUS - PSUS (2023), Especialista na Saúde Pública com Ênfase em Vigilância em Saúde pela DNA Pós Graduação (2023), Especialista em Auditoria em Serviços de Saúde pela DNA Pós Graduação (2023), Especialista em Gestão em Saúde pela Universidade do Estado de Mato Grosso/UAB (2012), Especialista em Enfermagem do Trabalho e Saúde do Trabalhador pela Universidade do Pantanal - FAPAN (2012). Possui graduação em Enfermagem pela Universidade do Estado de Mato Grosso (2011). Atualmente, exerço função na Gerência de Enfermagem de uma unidade hospitalar, liderando equipes multidisciplinares, otimizando processos assistenciais e promovendo a excelência no cuidado. Comprometida com a ética, a humanização e o desenvolvimento contínuo da equipe e dos serviços prestados. Ao longo da trajetória, desenvolvi habilidades técnicas e humanas voltadas à assistência integral e segura, com foco em qualidade de vida e suporte a pacientes em urgências e emergências e pacientes em tratamento contra o câncer. Experiência com protocolos oncológicos, controle de dor, quimioterapia e cuidados paliativos.

Rayanni Bruna Campos Ferro , UFMT

Enfermeira graduada pela FAI Faculdades Adamantinenses Integrada. Trabalho na Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares no Hospital Universitário Júlio Muller da Universidade Federal do Mato Grosso, na unidade de cuidados intensivos e semi-intensivos neonatais. Professora no curso técnico de enfermagem e cursos técnico da área da saúde na Instituição de Ensino Charles Babbage por sete anos. Especialista em Neonatologia, Especialista em Enfermagem Obstétrica, Especialista em Docência do Ensino Superior, Especialista em Dermatologia com Enfâse em Feridas e Especialista em Empreendedorismo. Habilitada em Ozonioterapia, Laserterapia e Podiatria Clínica. Atendimento em consultório de enfermagem para tratamento de todos os tipos de feridas e dores crônicas com uso de práticas integrativas, como ozonioterapia, laserterapia, hidrozonioterapia e podiatria clínica.

Marilene Aparecida Moreira , UNEMAT

Graduada em Bacharel em Enfermagem pela Universidade do Estado de Mato Grosso (2017/2) ,Pós Graduada em Saúde Coletiva e da Família (2018) e Mestra em Ciências Ambiental- Educação ambiental, saúde e cidadania, com ênfase em parasitologia humana (2021), Título da pesquisa: Cenário da prevalência e condições socioambientais associadas às geo-helmintíases no Brasil: Uma revisão integrativa da literatura. Doutoranda em Ciências Ambiental- Educação ambiental, saúde e cidadania, com ênfase em parasitologia humana, tese intitulada: SAÚDE DA POPULAÇÃO HABITANTE DAS REGIÕES FRONTEIRIÇAS BRASIL-BOLIVIA NO ESTADO DE MATO GROSSO COM ENFOQUE NOS AGENTES ENTEROPARASITÁRIOS, tendo como orientador o professor Dr.Antonio Francisco Malheiros.

Edson Henrique Pereira de Arruda , UNEMAT

Possui graduação em Bacharelado em Farmácia-Bioquímica e em Química, bem como Licenciatura em Química e em Ciências Biológicas. É Mestre em Nutrição, Alimentos e Metabolismo pela Universidade Federal de Mato Grosso UFMT (2018) e Doutor em Biodiversidade e Biotecnologia, área de concentração em Biotecnologia, pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia INPA (2023).Atuou com modelos experimentais animais (roedores em prenhez) durante o mestrado e doutorado, desenvolvendo pesquisas na interface entre nutrição, metabolismo e saúde humana, com ênfase em ilhotas pancreáticas, apoptose celular e compostos bioativos. Atualmente é professor interino da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), Campus Diamantino, líder e membro do Grupo de Pesquisa em Farmacologia e Saúde (GPFARS), com atuação nas linhas de pesquisa Farmacologia Clínica e Segurança do Uso de Medicamentos, Educação em Saúde e Vias de Administração de Medicamentos e Medidas Não Farmacológicas e Intervenções com a Prática de Atividade Física.

Michele de Melo Mariano , UNEMAT

Graduação em enfermagem pela Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), campus Tangará da Serra - MT (2017). Durante a essa trajetória os principais temas trabalhados foram o acesso aos serviços de saúde na perspectiva dos Haliti-Paresí, e a saúde de internas e profissionais da Cadeia Pública de Tangará da Serra. Mestra em Saúde Coletiva pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Mato Grosso (PPGSC/UFMT) (2020), no qual os estudos realizados tratavam a violência contra a mulher em Cuiabá - MT, de 2014 a 2018. Atualmente é docente assistente na UNEMAT desde 2021 e nessa instituição de ensino já ficou responsável pelas matérias de Assistência de enfermagem a saúde da mulher, Processos de Cuidar I, II e III, além de realizar orientações de trabalhos de conclusão de curso (TCCs) nessas respectivas áreas. Faz parte do quadro de colaboradores do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC) há 4 anos como instrutora do técnico de enfermagem, possuindo experiência em todas as Unidades curriculares do curso. Também realiza palestras de forma autônoma nas empresas da região, nas áreas do conhecimento da assistência humanizada aos serviços de saúde, saúde da mulher.

Referências

Alves, G. M.; Cunha, T. C. O. A importância da alimentação saudável para o desenvolvimento humano. Perspectivas Online: Humanas & Sociais Aplicadas, 10(27), 46-62. 2020. Disponível em: https://doi.org/10.25242/8876102720201966. Acessado em: Abr. 2022.

Bardin, L. Análise de conteúdo. Edição revista e ampliada. São Paulo: Edições 70 Brasil, [1977] 2016.

Bezerra, J. A. B. Educação alimetar e nutricional: articulação de saberes. – Fortaleza: Edições UFC, 2018.

Bonalume, A. J. Consumo de Alimentos Ultraprocessados E Estado Nutricional De Universitários. Revista Destaques Acadêmicos, Lajeado, v. 12, n. 3, 2020. ISSN 2176-3070. Disponível em: https://doi.org/10.22410/issn.2176-3070.v12i3a2020.2651. Acessado em: Out. 2021.

Brasil. Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção de Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Ministério da Saúde. Vigitel Brasil 2017: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico. Brasília: Ministério da Saúde; 2018. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/vigitel_brasil_2017_vigilanci-a_fatores_riscos.pdf. Acessado em: Out. 2021.

Brasil. Secretaria de Vigilância em Saúde. Ministério da Saúde. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa Nacional de Saúde 2013: percepção do estado de saúde, estilos de vida e doenças crônicas [Internet]. Rio de Janeiro 2014. Disponível em: ftp://ftp.ibge.gov.br/PNS/20-13/pns2013.pdf. Acessado em: Out. 2021.

Brasil. IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008- 2009: Análise do consumo alimentar pessoal no Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 2011. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/estatisticas/so-ciais/saude/9050-pesquisa-de-orcamentos-familiares.html. Acessado em: Nov. 2021.

Canella, D. S. et al. Consumo de hortaliças e sua relação com os alimentos ultraprocessados no Brasil. Revista de Saúde Pública, [s.l.], v. 52, n. 50, p.1-11, 2018. Disponível em: https://doi.org/10.11606/S1518-8787.2018052000111. Acessado em: Nov. 2021.

Conde, W. M.; Borges, C. O risco de incidência e persistência da obesidade entre adultos brasileiros segundo seu estado nutricional ao final da adolescência. Rev Bras Epidemiol, 2011; 14(1) Supl.: 71-9. Disponível em: https://www.scielosp.org/article/ssm/content/raw/?resource_ssm_path=/media/a-ssets/rbepid/v 14s1/a08v14s1.pdf. Acessado em: Ago. 2021.

COFEN. Pesquisa Perfil da Enfermagem no Brasil. Rio Grande do Sul. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/perfilenfermagem/. Acessado em: Maio. 2021.

Dias, P. C. et al. Obesidade e políticas públicas: concepções e estratégias adotadas pelo governo brasileiro. Cad. Saúde Pública, 2017; 33(7):e00006016. Universidade Federal Fluminense, Niterói, Brasil. Epub July 27, 2017. ISSN 1678-4464. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?sc-ript=sci_abstract&pid=S0102311X2017000705001&lng=en&nrm=iso&tlng=pt. Acessado em: Jul. 2021.

Diniz, A. M. L. et al. Precisão do IMC em diagnosticar o excesso de gordura corporal avaliada pela bioimpedância elétrica em universitários. Nutr. clín. diet. hosp. 38(3):154-160, 2018. Disponível em: https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/ibc-175592. Acessado em: Jun. 2021.

Domingues, G. S. et al. Perfil e práticas alimentares de acadêmicos do curso de nutrição. Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento, São Paulo. v. 13. n. 17. p -46-53, 2019. Disponível em: https://www.rbone.com.br/index.php/rbone/article/view/876. Acessado em: Jun. 2021.

Feitosa, E. P. S. et al. Hábitos alimentares de estudantes de uma universidade pública no nordeste, Brasil. Researchgate. V. 21, n. 2, p. 225-230, 2010. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/plu-ginfile.php/52539/mod_resource/content/1/H%C3%A1bitos%20alimentares%20de%20universit%C3%A1rios.pdf. Acessado em: Out. 2021.

Fernadez, A. S. et al. Difficulties and weaknesses experienced by undergraduate students at a public university. Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.1, p. 3506-3414, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.34119/bjhrv4n1-273. Acessado em: Jul. 2021.

Fontes, A. C. D.; Vianna, R. P. T. Prevalência e fatores associados ao baixo nível de atividade física entre estudantes universitários de uma universidade pública da região Nordeste – Brasil. Rev Bras Epidemiol, São Paulo, v. 12, n. 1, p. 20-29, Mar. 2009. Disponível em: http://www.scielo.br/sciel-o.php?script=sci_arttext&pid=S1415790X2009000100003&lng=en&nrm=iso. Acessado: Set. 2021.

Gil, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 7° edição São Paulo: Atlas, 2019.

Kac, G.; Sichieri, R.; Gigante, D. P. (Orgs.). Epidemiologia nutricional [online]. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ/Atheneu, 580 p. ISBN 978-85-7541-320-3. 2007. Disponível em: http://books.scielo.org. Acessado em: Set. 2021.

Klotz-Silva, J.; Prado, S. D.; Seixas, C. M. Comportamento alimentar no campo da Alimentação e Nutrição: do que estamos falando? Physis, Rio de Janeiro, v. 26, n. 4, p. 11031123, Out. 2017. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/physis/v26n4/1809-4481-physis-26-04-01103.pdf. Aces-sado em: Set. 2021.

Loureiro, M. P. Estado nutricional e hábitos alimentares de universitários. Segurança Alimentar e Nutricional, Campinas, 23(2):955-972, 2016. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/oj-s/index.php/san/article/view/8647612. Acessado em: Set. 2021.

Marangoni, A. B. et al. Validade de medidas antropométricas autorreferidas em adolescentes: sua relação com percepção e satisfação corporal. J Bras Psiquiatr. 2011;60(3):198-204. São Paulo, SP. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/jbpsiq/v60n3/08.pdf . Acessado em: Out. 2021.

Minayo, M. C. de S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 12ª ed. São Paulo: Hucitec, 2016.

Morais, D.C.; Sperandio N.; Priore, S. E. (Org.). Atualizações e debates cobre segurança alimentar e nutricional. Viçosa, MG: UFV. 2020. 856p. Disponível em: https://cfn.org.br/wpcontent/uplo-ads/2021/02/Ebook-Atualiza%C3%A7%C3%B5es-e-debates-sobre-Seguran%C3%A7a-Alimentar-e-Nutricional-1.pdf. Acessado em: Out. 2021.

Mussoi, T. D. Avaliação nutricional na prática clínica: da gestação ao envelhecimento / Thiago Durand Mussoi. - 1. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. il.

Oliveira, E. S. et al. Estresse e comportamentos de risco à saúde entre estudantes universitários Rev Bras Enferm. 2020; 73 (1): e20180035. Disponível em: https://doi.org/10.1590/0034-7167-2018-0035. Acessado em: Jun. 2022.

OMS - Organização Mundial da Saúde, World Health Organization. Obesity and overweight. Factsheet; 2018. Disponível em: http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs311/en/. Acessado em: Jul. 2022.

Paixão, L. A.; Dias, R. M. R.; Prado, W. L. Estilo de vida e estado nutricional de universitários ingressantes em cursos da área de saúde do Recife/PE. Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde - Recife. Disponível em: https://doi.org/10.12820/rbafs.v.15n3p145-150. Acessado em: Set. 2021.

Pinho, A. P. M. et al. A transição do ensino médio para a universidade: um estudo qualitativo Sobre os fatores que influenciam este processo e suas possíveis consequências comportamentais. Revista de Psicologia, Fortaleza, v. 6 n. 1, p. 33-47, jan./jun. 2015. Disponível em: http://www.periodic-os.ufc.br/psicologiaufc/article/view/1691. Acessado em: Set. 2021.

Pitanga, F. J. G. Orientações para avaliação e prescrição de exercícios físicos direcionados à saúde. Editora Malorgio Studio, 2019. Conselho Regional de Educação Física da 4a Região - São Paulo.

Puppim, N. G.; Portugal, F. B.; Siqueira, M. M. Use of licit substances among Speech Therapy undergraduate students of a public university. SMAD, Rev Eletrônica Saúde Mental Álcool Drog. 2021 abr.-jun.;17(2):16-25. Disponível em: https://doi.org/10.11606/issn.1806-6976.smad.-2022.169569. Acessado em: Set. 2021.

Santos, J. L. C. et al. Integração entre dados quantitativos e qualitativos em uma pesquisa de métodos mistos. Texto Contexto Enferm, 2017; 26(3):e1590016. Florianópolis, v. 26, n. 3, e1590016, 2017. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S01040707201700030033-0&lng=en&nrm=iso. Acessado em: Set. 2021.

Sampaio, L. R. Avaliação nutricional. Salvador: EDUFBA, 2012.

SISVAN. Sistema de Vigilância Alimentar e nutricional: relatórios públicos, 2020. Disponível em: https://sisaps.saude.gov.br/sisvan/relatoriopublico/index. Acessado em: Set. 2021.

Souza, D. C. Condições emocionais de estudantes universitários: estresse, depressão, ansiedade, solidão e suporte social. Dissertação (Mestrado em Psicologia). Universidade Federal do Triângulo Mineiro, Uberaba, MG, 2017. Disponível em: http://bdtd.uftm.edu.br/handle/tede/507. Acessado em: Jul. 2022.

Souza, E. B. Transição nutricional no Brasil: análise dos principais fatores. Cadernos UniFOA. Volta Redonda – RJ, Ano V, edição nº 13, agosto/2010. Disponível em: https://doi.org/10.47-385/cadunifoa.v5.n13.1025. Acessado em: Out. 2021.

Souza, N. P. et al. A (des)nutrição e o novo padrão epidemiológico em um contexto de desenvolvimento e desigualdades. Ciência & Saúde Coletiva, 22(7):2257-2266, 2017. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1413-81232017227.03042017. Acessado em: Out. 2021.

Souza, P. H. et al. Relação entre a formação de radicais livres e a doença de Alzheimer: revisão sistemática. Rev. Ciênc. Méd. Biol., Salvador, v. 16, n. 2, p. 197-203, mai./ago. 2017. Disponível em: http://dx.doi.org/10.9771/cmbio.v16i2.21705. Acessado em: Out. 2021.

Souza, R. K.; Backes, V. Autopercepção do consumo alimentar e adesão aos dez passos para alimentação saudável entre universitários de Porto Alegre, Brasil. Ciências e Saúde Coletiva, v. 25, n. 11, p. 4463-4472, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1413-812320202-511.35582018. Acessado em Jul. 2022.

Teixeira, M. A. P. et al. Adaptação à universidade em jovens calouros. Revista Semestral da Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional (ABRAPEE). V. 12; N. 1; p-185-202, 2008. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/pee/v12n1/v12n1a13.pdf. Acessado em: Set. 2021.

Tonini, E; Broll, A.; Corrêa, E. Avaliação do estado nutricional e habito alimentar de funcionários de uma instituição de ensino superior de Leste de Santa Catarina. O mundo da saúde. São Paulo, p. 268-279. 2013. Disponível em: https://revistamundodasaude.emnuvens.com.br/mundodasaude/ar-ticle/view/423/366. Acessado em: Jun. 2022.

Vaz, D. S. S.; Bennemann, R. S. Comportamento alimentar e hábito alimentar: uma revisão. Revista UNINGÁ Review, v. 20, n. 1, p. 108-112, 2014. Disponível em: https://www.mastereditora.c-om.br/periodico/20141001_083919.pdf. Acessado em: Set. 2021.

VIGISAN II - Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da COVID-19 no Brasil: relatório final/Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar – PENSSAN. -- São Paulo, SP: Fundação Friedrich Ebert: Rede PENSSAN, 2022. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/arquivos/2022/10/14/olheestados-diagramac-ao-v4-r01-1-14-09-2022.pdf. Acessado em: Out. 2022.

WHO. World Health Organization. Development of a WHO growth reference for school-aged children and adolescents. Bulletinof the World Health Organization, Geneva, Switzerland, p. 660-667, 2007. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC2636412/pdf/07-043497.pdf. Acessado em: Jun. 2022.

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)